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GUIA GAY

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Os interessados em conhecer os códigos da cultura gay, principalmente em setores como hotelaria, lazer e gastronomia, onde cada vez mais se exige o respeito à diversidade sexual, contam com o livro "["Como Dizer Ma-ra-vi-lho-sa! em Oito Línguas"", lançamento da Publifolha. O primeiro guia de conversação gay traz frases e expressões típicas do meio GLS traduzidas em oito idiomas (alemão, espanhol, francês, inglês, italiano, japonês, português e russo) com a respectiva transcrição da pronúncia. Para praticar todos os termos indicados pela publicação, basta entrar em chats, fóruns, comunidades virtuais e blogs estrangeiros voltados para o público gay. É cada vez mais comum ouvir histórias de namoros e amizades que nascem nesses espaços. O internauta poderá digitar mensagens mais coloquiais, além de consultar o real sentido de uma frase ou gíria que aparecer na tela. Cada idioma do guia é facilmente identificado pela cor das páginas (vermelho para o alemão, laranja para...

VICTORIA'S SECRET

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Desfiles de Natal feitos no meio de Nova Iorque com ninguém menos que Gisele Bündchen com asas de anjos e lingeries. Para tanta ousadia, somente a marca VICTORIA’S SECRET levaria tanto mérito. A marca não reinventou a lingerie. Apenas a tornou mais sensual e ousada. O que antes pertencia somente à esfera íntima de uma mulher, o seu mistério, a sua sedução, está agora à vista para que todo mundo possa ver. E o melhor, qualquer um poder comprar não somente lingeries, mas fantasia, sedução e sexualidade. A história A primeira loja da VICTORIA’S SECRET foi aberta em 1977, localizada no Stanford Shopping Center na cidade de San Francisco pelas mãos de Roy Raymond por uma razão muito forte: ele se sentia desconfortável nas lojas ao comprar lingeries para sua mulher. O nome da marca foi inspirada pela admiração de seu fundador em relação a Rainha Vitória. O grande sucesso da loja foi à privacidade em comprar roupas íntimas em um local especializado e não em lojas de departamento, onde o númer...

DERCY GONÇALVES

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Dercy Gonçalves, nome artístico de Dolores Gonçalves Costa, (Santa Maria Madalena, 23de junho de 1907 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 2008) foi uma atriz brasileira, oriunda do teatro de revista e notória por suas participações na produção cinematográfica brasileira das décadas de 1950 e 1960. Dercy Gonçalves era famosa por suas entrevistas irreverentes, pelo seu bom humor e pelo uso constante de palavras de baixo calão. Foi uma das maiores expoentes do teatro de improviso no Brasil. Nasceu no interior do estado do Rio de Janeiro, filha de um alfaiate. Sua mãe, chamada Margarida, abandonou o lar, quando descobriu a infidelidade do esposo. A família era muito pobre, e Dercy trabalhava desde muito nova. Foi bilheteira de cinema, além de apresentar-se para hóspedes de hotel em sua cidade. Dercy estreou em 1929, em Leopoldina, integrando o elenco da Companhia Maria Castro. Fazendo teatro itinerante, fez dupla com Eugênio Pascoal em 1930, com quem se apresentou por cidades do interior de a...

ÉDITH PIAF

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Édith Giovanna Gassion, mais conhecida como Édith Piaf, (Paris, 19 de dezembro de 1915 - Grasse, 10 de outubro de 1963) foi uma cantora francesa de música de salão e variedades, mas foi reconhecida internacionalmente pelo seu talento no estilo francês da chanson. Seu canto expressava claramente sua trágica história de vida. Entre seus maiores sucessos estão "La vie en rose" (1946), "Hymne à l'amour" (1949), "Milord" (1959), "Non, je ne regrette rien" (1960). Participou de peças teatrais e filmes. Em junho de 2007 foi lançado um filme biográfico sobre ela, chegando ao cinemas brasileiros em agosto do mesmo ano com o título "Piaf - Um Hino Ao Amor" (originalmente "La Môme", em inglês "La Vie En Rose"), direção de Olivier Dahan. Édith Piaf está enterrada na mais célebre necrópole parisiense, o cemitério do Père-Lachaise. Seu sepultamento foi acompanhado por uma multidão poucas vezes vista na capital francesa. Hoje, ...

28 DE JUNHO - DIA MUNDIAL DE ORGULHO GAY

Pode me chamar de gay. (Pedro Bial, Jornalista) Pode me chamar de gay, não está me ofendendo. Pode me chamar de gay, é um elogio. Pode me chamar de gay, não me importo de ser confundido. Ser gay me favorece, me amplia, me liberta dos condicionamentos. Não é um julgamento, é uma referência. Pode me chamar de gay, não me sinto desaforado, não me sinto incomodado, não me sinto diminuído, não me sinto constrangido. Pode me chamar de gay, está dizendo que sou inteligente. Está dizendo que converso com ênfase. Está dizendo que sou sensível. Pode me chamar de gay. Está dizendo que me preocupo com os detalhes. Está dizendo que dou água para as samambaias. Está dizendo que me preocupo com a vaidade. Está dizendo que me preocupo com a verdade. Pode me chamar de gay. Está dizendo que guardo segredo. Está dizendo que me importo com as palavras que não foram ditas. Está dizendo que tenho senso de humor. Está dizendo que sou carente pelo futuro. Está dizendo que sei escolher as roupas Pode me chamar...

E SEX CONTINUA DANDO O QUE FALAR...

REVISTA ÉPOCA Como o seriado Sex and the City inventou a mulher moderna Por que uma geração inteira se identifica com as personagens da série de TV e do filme que está batendo recordes de bilheteria Martha Mendonça e Marianne Piemonte Quatro mulheres tagarelas, instáveis, complicadas, consumistas destronaram um dos maiores heróis da história do cinema. Desde que estreou nos Estados Unidos, há pouco mais de uma semana, Sex and the City, o longa-metragem inspirado na série de TV de mesmo nome, multiplica sua bilheteria, ofuscando até Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, a aguardada volta às telas do personagem encarnado por Harrison Ford. A distribuidora Warner previa arrecadar US$ 35 milhões com Sex and the City no primeiro fim de semana nos cinemas americanos. Foram US$ 55 milhões – que geraram o inevitável tititi sobre um novo filme. Na televisão, mesmo quatro anos depois da última temporada da série, as reprises dos episódios continuam a atrair 2,5 milhões de telespectadore...

OCTOGENÁRIAS SE CASAM NA CALIFÓRNIA DIA 17

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O casal Phyllis Lyon e Del Martin: Ativistas lésbicas octogenárias serão as primeiras a se casar na Califórnia. Elas também foram as primeiras a se unir legalmente em 2004 Após uma espera de 40 anos, Phyllis Lyon e Del Martin, de 87 e 83 anos de idade, respectivamente, serão o primeiro casal do mesmo sexo a se unir legalmente na Califórnia no próximo dia 17. Lyon e Martin, jornalistas formadas pela Universidade da Califórnia em Berkeley (UCB) e ativistas pioneiras, foram também o primeiro casal a se casar em San Francisco em 2004, quando o prefeito da cidade celebrou cerca de 415 casamentos gays, anulados semanas mais tarde pela Suprema Corte. A cerimônia contará com a presença do prefeito Gavin Newsom, que já confirmou presença. “Aqui foi onde tudo na realidade começou”, disse o prefeito, que acrescentou: “Agora queremos que esta história, sua história, tenha um final feliz”. O escritório de registro civil de San Francisco informou que oficializará 250 casamentos do mesmo sexo diariam...